5 / Março / 2018

Tecnologia em Pregões Eletrônicos: de que lado você está?


Março representa um período de grande alta no setor de licitações públicas, quando o governo libera a maior parte dos editais, nos mais variados setores.

Porém, este também é um momento muito importante para tocar em um assunto polêmico e que, ao mesmo tempo, é de extrema relevância para empresas que desejam vencer e obter resultados satisfatórios para seus negócios: a utilização de softwares de gestão de pregões eletrônicos.


Polêmica que nasce de inúmeros fatores como a tecnofobia - que é o medo ou despreparo para lidar com novas tecnologias -, e a arbitrariedade dos argumentos de empresas e empresários que preferem manter o status quo e continuar fazendo mais do mesmo, sem inovação.

Opinião esta que vem de grupos e pessoas que optam por negar as tendências digitais que otimizam e facilitam o acesso à serviços e oportunidades de negócios, talvez pelo simples desejo de continuar monopolizando sua atuação, tachando o uso de robôs e softwares como vilões, mas que na verdade são serviços digitais criados para ajudar empresas com visão e ousadia a encontrar melhores chances de crescer.


PL 1592/2011: a Lei do Retrocesso





Em todo caso, um dos principais agentes contrários a esta tendência vem do próprio legislativo, com o Projeto de Lei 1592 de 2011, que deseja proibir o uso de robôs, softwares e programas de lances nos pregões eletrônicos.

No site da Câmara dos Deputados, a PL 1592/2011 encontra-se aguardando Designação de Relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). A última movimentação do projeto ocorreu em maio de 2017.
Passados 8 anos desde que o PL foi criado, brotaram no mundo inúmeros serviços ao cidadão que são um bom exemplo de inovação versus retrocesso.

Existem casos na telefonia, no transporte particular, no entretenimento televisivo entre muitos outros exemplos que impactaram inúmeros mercados internacionais e que, ao mesmo tempo, trouxeram benefícios aos usuários que jamais poderiam ser obtidos nos velhos moldes engessados em que estes serviços se encontravam.

Analisando desta forma, também é possível exemplificar a utilização de softwares de gestão para outros setores além dos pregões eletrônicos, como é o caso de alguns sistemas voltados à contabilidade, mas que agem de forma escusa, captando dados contestáveis do próprio poder público.

Nota-se que este é um assunto de grande controvérsia e que deve sim ser levado à novas discussões, principalmente, para manter um padrão de excelência, transparência e legalidade pelo qual devem passar todos os serviços públicos e privados deste país.

A certeza que fica é que é impossível regredir à era analógica e que as empresas devem sim, procurar meios que facilitem e elevem o potencial de rentabilidade de forma inovadora e legalizada.

Assim, é possível evitar perdas e desgastes, liberando a mão humana do serviço mecânico e permitindo que colaboradores e empresários foquem no que é realmente valioso: o raciocínio, a tomada de decisão e a manutenção da qualidade dos produtos e serviços que oferecem.


E você, concorda com a Wavecode? Deixe a sua opinião, ela é muito valiosa para continuar oferecendo as melhores soluções em tecnologia para pregões eletrônicos.



Autor artigo WAVECODE

    ARTIGOS RELACIONADOS

18 / Janeiro / 2018

No âmbito das licitações públicas, compromisso também é lei.

Conheça as penalidades previstas pelas Leis nº 10.520/02 e 8.666/93 para empresas que descumprem cláusulas previstas em editais...

Autor artigo WAVECODE

9 / Dezembro / 2017

R$ 28 BILHÕES EM LICITAÇÕES: ainda dá tempo de fazer sua empresa participar

Descubra como a tecnologia pode ajudar sua empresa a ganhar pregões eletrônicos e superar a rentabilidade até o final de 2017...

Autor artigo WAVECODE